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O Poderoso Chefão


Esse negócio de que família é o que há de mais importante no mundo é levado à risca no livro e também no filme O Poderoso Chefão. Impecáveis as duas mídias. Dá vontade de ser um apadrinhado de Mario Puzo (melhor dizendo do Padrinho Corleone) nas linhas e cenas. De um bom gosto sensacional estético de dar medo a qualquer costureiro metido a Yves Saint Laurent.
Mario Puzo costurou o enredo em cima da vida nova-iorquina misturando imigração italiana, linguagem das ruas e o respeito que a família tem pelas tradições. Bandidos sim, mas com estilo, respeitando acordos e bravatas para manter a tranqüilidade, a auto-ordem antes do caos.
Essa idéia a Máfia tem até hoje no inconsciente de muita gente. Mas O Poderoso Chefão é um livro de ficção dão idéia real como era a bandidagem antigamente, em um mundo distante pelas atitudes, não cronologicamente.
Algo em diferente da maneira de atuar da Máfia de hoje, que são grupos pró-lucro sem escrúpulos, sem respeitar o ambiente, família, talvez por causa do ramo do negócio mais rentável de hoje: drogas. Vê-se, por exemplo, o livro Gomorra do autor Saviano clique aqui que explica melhor o que se tornou as organizações do crime.
Retornando ao filme, também de um primor técnico dirigido pelo Francis Ford Coppola. Pra quem não sabe é uma trilogia. Vale a pena ver também. clique aqui.

Don't Dream It's Over - Sixpence None The Richer

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Livro Inglês Na Ponta da Língua - Denilson de Lima


Uma das coisas que eu sempre ouvi é que brasileiro tem melhor gramática na língua inglesa que propriamente os nativos de lá.
Isso é fato, no meu ponto de vista, já que a estrutura de ensino da língua inglesa no Brasil dá ênfase para esse quesito. Entretanto um dos problemas crônicos no ensino do idioma é vocabulário! Exatamente, quais palavras e termos a utilizar nas mais diversas situações.
Para minimizar isso, há um bom livro que se chama Inglês na Ponta da Língua de Denilson de Lima, no qual dicas de forma organizada e prática orientam como aumentar o vocabulário. O bacana é que Denilson aprendeu a língua inglesa de forma autodidata, então ele repassa suas experiência de aprendizagem de maneira simples. Resumindo: um livro para quem quer se comunicar bem.

Video Mankind is No Island

Fabuloso curta de Jason van Genderen, vale a pena conferir. O detalhe é que custou somente 40 dólares.

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Livro - O Grande Inimigo - Milt Bearden, James Risen


O Grande Inimigo é um livro bem interessante para pessoas que gostam do clima de conspiração, espionagem, contra-espionagem e história de guerras.
Escrito por quem estava na época como um dos personagens principais do conflito político da Guerra Fria pela CIA (inteligência americana) e um jornalista que relata muito bem o que aconteceu no período pós-segunda guerra até a derrocada do sistema de Stalin e por ventura a queda da União Soviética.
O Grande Inimigo traz material importante para entender como o terrorismo se tornou algo incrivelmente difícil de combater e os erros cometidos no Afeganistão pelos soviéticos e que acabaram se repetindo com os Estados Unidos, na frase clichê, o passado volta à tona.
Uma das sensações mais expressivas é uma melhor compreensão a dos filmes conspiratórios de Hollywood ou 007 depois da leitura, agora é mais simples escutar falar de CIA, KGB, Langley...

Livro - O Relatório da CIA – Como será o mundo em 2020


O livro O Relatório da CIA – Como será o mundo em 2020 delineia as forças quer irão moldar e construir o futuro. Superpotências se defrontarão não com a guerra convencional, mas sim em batalhas ferrenhas por tecnologia, mercado, armas de destruição em massa, corrida espacial e biotecnologia em busca da supremacia.
Economia, demanda energética, criminalidade, combustíveis, meio ambiente, mudança climática e terrorismo são abordados de forma inteligente, articulada e sutil. Um trabalho profundo e embasado em um aparato estatístico abrangente, produzindo um relatório completo com prognósticos e especulações.

Veja Quanto Custa!

Como Entender o Inglês Falado - Ben Parry Davies


Foram citados trechos do livro Como Entender Inglês falado de Bem Parry Davies em outros posts, entretanto é pouco pela utilidade do livro inteiro. Esse book é um dos grandes achados e indico para meus alunos para melhorar a compreensão do idioma bretão.
O livro vem com um bônus track, ou melhor, dois bônus: dois CDs com exercícios para praticar a audição, os trejeitos de conversação e até exercícios de sotaques, os famosos accents!
Esse livro é uma poderosa ferramenta para aqueles alunos desesperados que entendem quilômetros de textos, mas se sentem verdadeiramente perdidos quando o assunto é o dia-a-dia falado ou quando sentem na pele que o cursinho de 10 anos de inglês não lhes preparou para viajar, para entrevistas, enfim... para tudo. Afinal, quem o melhor de um idioma e falar e entender, bater um papo com um nova-iorquino, um surfista australiano ou até mesmo entender um inglês com seu humor perigoso.
O autor do livro, Mr. Ben Parry Davies é um londrino com formação em literatura e filosofia pela Universidade de Manchester e está no Brasil há 10 anos.

Veja Quanto Custa!


Veja também:
Sotaque Irlandês
Sotaque Britânico
Sotaque Americano

Ernest Hemingway’s Top 5 Tips for Writing well - by Brian Clark

Who better?

Many business people faced with the task of writing for marketing purposes are quick to say:

Hey, I’m no Hemingway!

But really, who better than Hemingway to emulate? Rather than embracing the flowery prose of the literati, he chose to eschew obfuscation at every turn and write simply and clearly.

So let’s see what Ernest can teach us about effective writing.

1. Use short sentences.
Hemingway was famous for a terse minimalist style of writing that dispensed with flowery adjectives and got straight to the point. In short, Hemingway wrote with simple genius.

Perhaps his finest demonstration of short sentence prowess was when he was challenged to tell an entire story in only 6 words:

For sale: baby shoes, never used.

2. Use short first paragraphs.
See opening.

3. Use vigorous English.
Here’s David Garfinkel’s take on this one:

It’s muscular, forceful. Vigorous English comes from passion, focus and intention. It’s the difference between putting in a good effort and TRYING to move a boulder… and actually sweating, grunting, straining your muscles to the point of exhaustion… and MOVING the freaking thing!

4. Be positive, not negative.
Since Hemingway was not necessarily the cheeriest guy in the world, what does he mean by be positive? Basically, you should say what something is rather than what it isn’t.

This is what Michel Fortin calls using up words:

By stating what something isn’t can be counterproductive since it is still directing the mind, albeit in the opposite way. If I told you that dental work is painless for example, you’ll still focus on the word “pain” in “painless.”

• Instead of saying “inexpensive,” say “economical,”
• Instead of saying “this procedure is painless,” say “there’s little discomfort” or “it’s relatively comfortable,”
• And instead of saying “this software is error-free” or “foolproof,” say “this software is consistent” or “stable.”

5. Never have only 4 rules.
Actually, Hemingway did only have 4 rules for writing, and they were those he was given as a cub reporter at the Kansas City Star in 1917. But, as any blogger or copywriter knows, having only 4 rules will never do.

So, in order to have 5, I had to dig a little deeper to get the most important of Hemingway’s writing tips of all:

“I write one page of masterpiece to ninety one pages of shit,” Hemingway confided to F. Scott Fitzgerald in 1934. “I try to put the shit in the wastebasket.”

Original

Em português:

As 5 dicas de Ernest Hemingway para escrever bem.
Elas são curtas e diretas:

Use frases curtas: O estilo de Hemingway ia direto ao ponto, minimalista e genial.
Inicie com um parágrafo curto.
Escreva com vigor: Transmita sua idéia com energia, deixe evidente o foco, a intenção.
Escreva positivamente: Descreva o que as coisas são, e não o que elas não são. Não diga “não é muito caro”, diga “é econômico”. Ao invés de dizer que o software não tem erros, diga que ele é consistente, ou estável.
Saiba reconhecer os seus sucessos: publique os textos em que você acertar, e descarte (ou guarde para depois aprimorar) aqueles que não estão no nível de qualidade desejado.

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