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Sarney: ele está em todas!


Nunca vi nada igual ao José Sarney, ele está em todas, além de ser o "padrinho" do senado brasileiro, ele também é um respeitável escritor. Tem cadeira em academias importantes:

Academia Brasileira de Letras
Eleito em 17 de julho de 1980, na sucessão de José Américo de Almeida na cadeira de número 38, é recebido em 6 de novembro de 1980 pelo acadêmico Josué Montello. Recebeu os acadêmicos Marcos Vinicios Vilaça e Affonso Arinos de Mello Franco. Dos atuais integrantes da Academia Brasileira de Letras, José Sarney é o membro mais antigo.

José Sarney é também, desde 1985, acadêmico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.

Sua obra:
A pesca do curral (ensaio), 1953
A canção inicial (poesia), 1954
Norte das águas (contos), 1969
Maribondos de fogo (poesia), 1978
O parlamento nacessário, 1982 (discursos, 2 volumes)
Falas de bem-querer, 1983 (discursos)
Dez contos escolhidos, 1985
Brejal dos Guajas e outras histórias, 1985
A palavra do presidente, 1985-1990 (discursos, 6 volumes)
Sexta-feira, Folha, 1994 (crônica)
O dono do mar (romance), 1995
Amapá, a Terra onde o Brasil começa, 1998 (história)
A onda liberal na hora da verdade, 1999 (crônica)
Saraminda (romance), 2000
Saudades mortas (poesia), 2002
Canto de página, 2002 (crônica)
Crônicas do Brasil contemporâneo, 2004, 2 volumes
Tempo de pacotilha, 2004
20 anos de democracia, 2005 (discursos, 2 volumes)
20 anos do Plano Cruzado, 2006 (discursos)
Semana sim, outra também, 2006 (crônica)
A duquesa vale uma missa (romance), 2007

Brasília – a capital na Savana


As primeiras discussões sobre a mudança da capital para o interior do país tiveram lugares já em 1825. Em 1891 o plano foi incluído na Constituição. Mas tudo não passou de plano até que o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira se entregou à realização do projeto, em 1956. No espaço de quatro anos a nova capital deveria estar terminada nos seus traços fundamentais.

Foi nomeado arquiteto-chefe Oscar Niemeyer, que se declarou a favor da liberdade plástica ilimitada e que jurou: “Nunca mais se tornará a cair na forma construtiva trivial que tem se seguido até agora”. O terceiro na aliança dos criadores de Brasília era Lúcio Costa. É dele o plano geral da então nova capital, a disposição em forma de cruz ou de avião, o eixo principal de 6 quilômetros de longitude 350 metros de largura (5 vezes a largura da Avenue dês Champs-Élysées de Paris), com os edifícios públicos, ao longo do qual deveriam ser construídos os blocos de apartamentos, lojas, escolas, igrejas e lugares de repouso reunidos em unidades habitáveis (superquadras).

Primeiramente construiu-se a residência do presidente, o Palácio da Alvorada, erguido junto de um lago artificial, com suas famosas colunas triangulares. Na Praça dos Três Poderes foram edificadas a sede do governo e a do Congresso, dois arranha-céus de vinte e oito andares cada um, tendo a seu lado um edifício baixo coroado por uma concha (Câmara de deputados) e uma cúpula (Senado), nas cercanias imediatas do Palácio do Planalto (sede do governo), e o Palácio da Justiça. Em direção à cidade vão-se juntando os blocos monumentais dos ministérios. Também se encontra a catedral, com sua surpreendente forma, um molho de pilares curvos de concreto aramado.

Tudo isso feito para abrigar nossos representantes, alguns que não estão nem aí para a opinião pública.

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