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Argentina - um bom lugar pra ser turista



Logo logo estarei indo para a Argentina descansar um pouco e passar um pouco de frio. Comprei o livro abaixo e achei bem bacana:

Rough Guide: Argentina

Chris Cornell cantando Billie Jean de Michael Jackson

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Meus respeitos ao artista Michael Jackson.

Chris Cornell é uma das mais potentes vozes que já escutei. Famoso por passagens nas bandas Sound Garden e Audioslave.

Guia do Espanhol para quem só fala portunhol - Sandra di Lullo Arias

O espanhol é uma língua traiçoeira para os brasileiros.

Tendo mais semelhanças a diferenças, o espanhol faz com o brasileiro seja sempre intermediário da língua sem ao menos ter estudado ou falado com nenhum nativo. Correto?!
Errado, o brasileiro é um fanfarrão e cria uma língua nova, o portunhol! Onde Coca-Cola vira Cuêca-Cuela, yo biebo, etc..
Para solucionar as questões mais pertinentes dessas e outras coisitas mais, há um bom livro da Sandra di Lullo Arias, uma chilena que leciona espanhol para brasileiros que merecesse una mirada:Guia do Espanhol para quem só fala portunhol.

"O essencial para quem fala portunhol é sair com a sensação de que falou espanhol. Após um papo em bom portunholês, pode-se observar as reações dos interlocutores são parecidas. O interlocutor brasileiro dirá que hablou espanhol e que seu colega entendeu muito bem o que foi dito, pois não reclamou. Pior ainda é quando se pergunta ao interlecutor de língua espanhola em que idioma falou o brasileiro. Ele não titubeará que foi em português, mas ele entendeu "todinho"".

Como aprender alemão de graça


Já sonhou um dia em falar alemão?
Pois é! Agora você pode e ainda de graça. O Instituto Goethe e a Deutsche Welle têm uma página na rede um programa de divulgação da cultura e ensino idiomático do alemão. Com extrema qualidade técnica e didática excelente para os auto-estudantes.
São três módulos:
Deutsch – Warum Nicht? Para Iniciantes
Wieso Nicht? Para Avançados
Marktplatz - Negócios
Dê uma conferida na página do curso de alemão, estou fazendo o Deutsch – Warum Nicht?, começando a segunda série.

O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupery


O Pequeno Príncipe de Antoine De Saint-exupery é um dos famosos clássicos que são eternos.
É um livro pra crianças, adolescentes, adultos e melhor idade, sem dúvida. É literatura universal, uma visão do mundo pelo pequeno garoto bem poética, mergulhando nos pensamentos e com certeza todos encontram a criança muitas vezes perdidas em cada um de nós.
Nesse mundo corrido, de informação farta e muitas vezes inútil, O Pequeno Príncipe faz o leitor a olhar ao seu redor e orienta a viver melhor, dar mais importância ao que é importante na vida.

Banda Mata Hari em Estúdio - na Irlanda

Breve introdução sobre o nome da banda:

Mata Hari, nome artístico de Margaretha Geertruida Zelle, (Leeuwarden, 7 de agosto de 1876 — Vincennes, 15 de outubro de 1917) foi uma dançarina exótica dos Países Baixos que foi acusada, condenada e executada por espionagem durante a Primeira Guerra Mundial.

Mata Hari era filha de um empresário com uma descendente de javaneses. No início do século XX, depois de uma tentativa fracassada de se tornar professora, um casamento igualmente fracassado e de ter dois filhos, ela se mudou para Paris. Ela posava como uma princesa javanesa e se tornou uma dançarina exótica. Seu pseudônimo Mata Hari quer dizer sol (mais literalmente "olho do dia") em malaio e língua indonésia. Ela também foi uma cortesã que teve casos amorosos com vários militares e políticos.

Há citações nos filmes do agente 007 sobre Mata Hari, insinuando que ela foi o único grande amor de James Bond.

Fonte Wikipédia

Voltando a banda. Formada por 1 brasileiro (Beto Kupper - vocal e baixista), 1 irlandês (Pat O'Sullivan - guitarrista) e 1 esloveno (Johnny Roz - baterista) está gravando seu álbum nas terras chuvosas irlandesas e fazendo gigs pela Europa. Me surpreendi pela qualidade do trabalho desses caras. Rock de verdade!

www.myspace.com/bandmatahari

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Livro Inglês Na Ponta da Língua - Denilson de Lima


Uma das coisas que eu sempre ouvi é que brasileiro tem melhor gramática na língua inglesa que propriamente os nativos de lá.
Isso é fato, no meu ponto de vista, já que a estrutura de ensino da língua inglesa no Brasil dá ênfase para esse quesito. Entretanto um dos problemas crônicos no ensino do idioma é vocabulário! Exatamente, quais palavras e termos a utilizar nas mais diversas situações.
Para minimizar isso, há um bom livro que se chama Inglês na Ponta da Língua de Denilson de Lima, no qual dicas de forma organizada e prática orientam como aumentar o vocabulário. O bacana é que Denilson aprendeu a língua inglesa de forma autodidata, então ele repassa suas experiência de aprendizagem de maneira simples. Resumindo: um livro para quem quer se comunicar bem.

Fotos de Cuba de Fidel, Che e Hemingway






Livro Italiano para Brasileiros – Lydia Vellacio e Maurice Elston


Escutei a citação abaixo:

“Pra rezar, uso espanhol.
Pra falar com meu cavalo, uso alemão.
Pra minha tropa, uso francês.
Pra conversar com as mulheres, uso italiano”.

Acredito que foi de Napoleão essa frase, mas como não tenho fonte confiável... deixo a citação sem confirmação de autor.
A citação foi justamente sensacional porque é a melhor língua para falar de amor e também falar palavrões, duas coisas que fanfarrões adoram fazer, mas quem é ou não fanfarrão e adora escutar a língua italiana e não compreende muito bem ou compreende e quer melhorar e se enquadra no melhor estilo punk do-it-yourself, as livrarias do Brasil oferecem um bom livro para língua do país da bota: Italiano para brasileiros.
Composto de 24 capítulos com textos, explicações gramaticais e exercícios, o livro é leve e de fácil digestão, uma forma de aprender aos poucos nas horas vagas.
No final de cada capitulo há informações de caráter geral ou cultural, sobre hábitos e comportamento dos italianos.

Veja Quanto Custa!

U2 - "Where the Streets Have No Names"


I found this very interesting:

"Where the Streets Have No Name" (from the album Joshua Tree) is one of U2's most popular recorded songs. It's been a tremendous influence on the hearts, lives, and ministry of many Christian artists like Chris Tomlin, Pillar, and Charlie Hall. Many people have different interpretations of the lyrics of the song. Bono, lead singer of U2, (his real name is Paul Hewson, and Bono is a nickname he has gone by for a long time since he was a kid) has always been guarded about what the lyrics of his songs truly mean. But, long-time fans of the band, who know the members’ background and history, explain it this way:

Growing up on the north side of Dublin, Ireland, greatly affects how the members of U2 view their lives, songwriting, and faith. Ireland has a history of violence between Catholics and Protestants that goes back for centuries—agreements made and agreements broken. The violence at times has been very brutal and at other times it has been calm. But, this clash is still very much apart of today's Ireland like it has been for many years.

In Dublin, as in America, economic class distinctions exist based on where you live and what street you live on. As Bono and other members of the band grew up, Catholics and Protestants separated themselves according to the streets they lived on. Some streets were “Protestant” streets while others where “Catholic” streets. Bono, in interviews about his childhood, talks about the violence between street gangs and how people were beaten up by Catholic street gangs just because they were Protestant, living on a Protestant street, needing to walk by a Catholic street to get home.

In preparing for their Joshua Tree album, that was released in 1987, U2 spent a good bit of time in the Los Angeles area as they wrote and recorded. Out in the Mojave Desert, north of Los Angeles, there is a plant that is part of the cactus family called the Joshua Tree. In this part of the Mojave at the time the album was written, there was a town that was laid out on a high plain where land is cheap. Buildings were being built there because of the cheap land. But, the streets didn't have names. The idea was monumental in expressing the longing that Bono had to creatively express the desire to meet in a place where there is no economic distinction; no religious distinctions; a place where there is peace and unity; a place of love and freedom; a place like Heaven.

Como Entender o Inglês Falado - Ben Parry Davies


Foram citados trechos do livro Como Entender Inglês falado de Bem Parry Davies em outros posts, entretanto é pouco pela utilidade do livro inteiro. Esse book é um dos grandes achados e indico para meus alunos para melhorar a compreensão do idioma bretão.
O livro vem com um bônus track, ou melhor, dois bônus: dois CDs com exercícios para praticar a audição, os trejeitos de conversação e até exercícios de sotaques, os famosos accents!
Esse livro é uma poderosa ferramenta para aqueles alunos desesperados que entendem quilômetros de textos, mas se sentem verdadeiramente perdidos quando o assunto é o dia-a-dia falado ou quando sentem na pele que o cursinho de 10 anos de inglês não lhes preparou para viajar, para entrevistas, enfim... para tudo. Afinal, quem o melhor de um idioma e falar e entender, bater um papo com um nova-iorquino, um surfista australiano ou até mesmo entender um inglês com seu humor perigoso.
O autor do livro, Mr. Ben Parry Davies é um londrino com formação em literatura e filosofia pela Universidade de Manchester e está no Brasil há 10 anos.

Veja Quanto Custa!


Veja também:
Sotaque Irlandês
Sotaque Britânico
Sotaque Americano

Ernest Hemingway’s Top 5 Tips for Writing well - by Brian Clark

Who better?

Many business people faced with the task of writing for marketing purposes are quick to say:

Hey, I’m no Hemingway!

But really, who better than Hemingway to emulate? Rather than embracing the flowery prose of the literati, he chose to eschew obfuscation at every turn and write simply and clearly.

So let’s see what Ernest can teach us about effective writing.

1. Use short sentences.
Hemingway was famous for a terse minimalist style of writing that dispensed with flowery adjectives and got straight to the point. In short, Hemingway wrote with simple genius.

Perhaps his finest demonstration of short sentence prowess was when he was challenged to tell an entire story in only 6 words:

For sale: baby shoes, never used.

2. Use short first paragraphs.
See opening.

3. Use vigorous English.
Here’s David Garfinkel’s take on this one:

It’s muscular, forceful. Vigorous English comes from passion, focus and intention. It’s the difference between putting in a good effort and TRYING to move a boulder… and actually sweating, grunting, straining your muscles to the point of exhaustion… and MOVING the freaking thing!

4. Be positive, not negative.
Since Hemingway was not necessarily the cheeriest guy in the world, what does he mean by be positive? Basically, you should say what something is rather than what it isn’t.

This is what Michel Fortin calls using up words:

By stating what something isn’t can be counterproductive since it is still directing the mind, albeit in the opposite way. If I told you that dental work is painless for example, you’ll still focus on the word “pain” in “painless.”

• Instead of saying “inexpensive,” say “economical,”
• Instead of saying “this procedure is painless,” say “there’s little discomfort” or “it’s relatively comfortable,”
• And instead of saying “this software is error-free” or “foolproof,” say “this software is consistent” or “stable.”

5. Never have only 4 rules.
Actually, Hemingway did only have 4 rules for writing, and they were those he was given as a cub reporter at the Kansas City Star in 1917. But, as any blogger or copywriter knows, having only 4 rules will never do.

So, in order to have 5, I had to dig a little deeper to get the most important of Hemingway’s writing tips of all:

“I write one page of masterpiece to ninety one pages of shit,” Hemingway confided to F. Scott Fitzgerald in 1934. “I try to put the shit in the wastebasket.”

Original

Em português:

As 5 dicas de Ernest Hemingway para escrever bem.
Elas são curtas e diretas:

Use frases curtas: O estilo de Hemingway ia direto ao ponto, minimalista e genial.
Inicie com um parágrafo curto.
Escreva com vigor: Transmita sua idéia com energia, deixe evidente o foco, a intenção.
Escreva positivamente: Descreva o que as coisas são, e não o que elas não são. Não diga “não é muito caro”, diga “é econômico”. Ao invés de dizer que o software não tem erros, diga que ele é consistente, ou estável.
Saiba reconhecer os seus sucessos: publique os textos em que você acertar, e descarte (ou guarde para depois aprimorar) aqueles que não estão no nível de qualidade desejado.

Sotaque americano: mastigando chiclete


Apesar das diferenças regionais, em geral o sotaque considerado como padrão, o chamado “GA – General American (americano geral, é o meio-oeste e oeste, incluindo 60% da população e 80% da área dos Estados Unidos.
Existem três fatores principais que se destacam no sotaque típico do tio Sam:
R – O r é bem carregado, com mais vibração nas amígdalas. O equivalente em português do Brasil é o r do interior de São Paulo e do Paraná, o r de porrrrrrrrrta, ou seja, coloca ênfase no r principalmente depois de vogal.
Vogais estendidas – a duração de vogal é exagerada e fica mais visível mais no sul do país. Aquela coisa de Texas. Junto com o r mais forte, tem-se a impressão de que o americano está sempre mastigando chiclete, ainda mais quando a conversa é informal.
T – o americano normalmente fala o t ou tt com se fosse um suave d. Por exemplo, later fica pronunciado leidar, better fica bédar e assim por diante.

Trecho extraído e adaptado do livro: Como entender o inglês falado – Técnicas e Exercícios para melhorar sua compreensão auditiva de Ben Parry Davies.

Veja também:
Sotaque Irlandês
Sotaque Britânico

Sotaque Irlandês: Já escutou o Bono do U2? I think so.


Em geral, o ritmo suave do sotaque geral da Irlanda dá uma qualidade lírica e charmosa, reforçando a imagem de um povo romântico e poético. Você só precisa ouvir uma entrevista como a banda U2 ou com o ator Collin Farrell para entender por que é considerado um dos sotaques mais bonitos na língua inglesa.
Uma dos trejeitos mais interessantes nesse sotaque é a falta do característico som “th”, que normalmente em palavras como think, a pronúncia fica tink. Charmoso demais.

Trecho extraído e adaptado do livro: Como entender o inglês falado – Técnicas e Exercícios para melhorar sua compreensão auditiva de Ben Parry Davies.



Sobre a Irlanda: uma informação pessoal, já passei um período na Irlanda, uma situação sobre o sotaque, a princípio te deixa muito confuso e frustrado por não compreender, mas o mais interessante é que a adaptação é rápida, principalmente por causa do povo ser bem alegre e ser bom de copo (pint) nos pubs. Sem dúvida é um dos melhores lugares pelo espírito juvenil para fazer intercâmbio ou mesmo uma viagem de turismo.

Veja também:
Sotaque britânico

St. Patrick's Day


Na terra de grandes escritores, sendo os mais conhecidos James Joyce e Oscar Wilde, há uma grande festa no dia 17/3, o famoso St. Patrick's Day que a cada ano se torna popular também no Brasil, principalmente na cidade de São Paulo.
Uma festa extremamente alegre e com a cor da Irlanda (verde) e trevos. Pra quem não conhece um irlandês, basta seguir o barril da cerveja GUINNESS e ver alguém tomar muita, MUITA CERVEJA. 100% de chance de ter um irlandês na área.

Sobre St. Patrick:

O santo foi responsável por converter os irlandeses ao cristianismo. Acabou popularizando a religião ao explicar a Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito-Santo) utlizando um trevo.

Sotaque Britânico: uma batata quente na boca


Um dos desafios do aprendizado do inglês é saber lidar com os diferentes sotaques, segue texto que costumo passar para meus alunos:

"Não existe um sotaque britânico, mas tradicionalmente a pronúncia considerada como padrão na Grã-Bretanha é a da classe média do sudeste do país, o inglês do BBC antigo, da rainha e do Hugh Grant. Apesar de ser o sotaque de no máximo 20% da população, ainda é o sotaque que mais representa o país. No entanto, hoje em dia, é menos exagerado, menos “esnobe” do que antigamente (a BBC mais moderna contrata pessoas com grande variedade de sotaques). Então, como é possível reconhecer este sotaque padrão, mais representativo da imagem da pronúncia tipicamente britânica? Além de uma entonação mais marcada, com uma melodia que sobe e desce bastante em frases mais educadas"...

Trecho extraído do livro: Como entender o inglês falado – Técnicas e Exercícios para melhorar sua compreensão auditiva de Ben Parry Davies.
Veja quanto custa!


Veja também
Sotaque Irlandês

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Como aprender línguas? Como ter sucesso no aprendizado de outro idioma?


O primeiro passo e o mais importante é não desistir. Comece com um objetivo em mente, porque quer falar outra língua, se é para ter um trabalho melhor, se quer conhecer o mundo, se quer ter amigos estrangeiros, enfim, há uma infinidade de motivos para se aprender uma língua estrangeira. Você deve saber a resposta pra isso. Isso já é 80% para que você garanta seu aprendizado, o motivo para aprender.
Tenho alguns amigos que falam 5, 6 idiomas diferentes (eu estou aprendendo meu 4º), todos têm em comum uma qualidade: a proatividade, não se contentam em apenas assistir aulas de cursos particulares, vasculham a internet atrás de ferramentas para prática, compram livros, tentam entender a cultura do país falante da língua, são responsáveis pelo aprendizado. Na primeira oportunidade que tem, tentam falar a língua que está estudando. Devo lhe dizer que é embaraçoso tentar comunicação com alguém que é falante da língua e não conseguir, parecer um extraterrestre. Mas não desanime, essa barreira do cara-de-pau é importante e em todas as áreas tem que ser vencida.
Estude, estude e estude, quando estiver cansado de estudar, estude mais um pouquinho. Mas não estude como se estivesse lendo um romance de Dan Brown, marque suas duvidas para revisar, fale alto (mesmo que errado), se tiver um professor, pegue o e-mail dele, mande dúvidas que surgem se tiver o telefone, ligue. Vá por mim, os professores adoram alunos malas, que se mostram interessados.
Muitos estudantes têm a visão que somente falarão fluentemente se fizerem intercâmbio, realmente é um atalho de tempo, mas conheço pessoas que nunca sairam do Brasil e falam por exemplo o inglês melhor que a rainha. Isso vai de cada um, o intercâmbio é válido para forçar o aluno a falar, se não morre de fome. Por isso acho ele forma melhor o aluno, traz confiança. Em contrapartida, nem todo mundo tem grana para fazer. Que vale, vale... mas depende do bolso...

Livro - Inglês que não falha - Ben Parry Davies


Já havia comentado que eu realmente gosto de livros de idiomas, inglês, espanhol, italiano, alemão, etc., mas como sabemos, o idioma da rainha e de Barack Obama é tão essencial como a batata frita de cada dia. Não dá pra ser alienado nesse mundo onde a cara minuto se escuta falar de “Washington Post”, “Big Brother” ou “World Trade Center”. Tem que falar a língua dos caras, querendo ou não.
A dica de hoje, é o bom livro “Inglês que não Falha”, do londrino Ben Parry Davis, que contém técnicas e exercícios de memorização. É um livro gostoso de ler, cheio de ilustrações que acabam fazendo o aprendizado fluir ou a memorização. Tem um monte de dúvidas que brasileiros têm na aplicação do idioma no dia a dia.
O nível é de intermediário para avançado, o bacana que Ben com sua forma bem humorada de escrever transforma o maçante estudo em lazer.

O livro Inglês que não falha é da Editora Campus do Grupo Elsevier.

Veja quanto custa!

Livro - Espanhol Expansión: Volume Único - Jacira Paes de Carvalho e Henrique Romanos


Durante muito tempo procurei um bom livro de referência para estudo de língua espanhola, não apenas dicas e afins, algo mais completo como o English In Grammar in Use, que é para o inglês, encontrei algo super interessante: Espanhol Expansión: Volume Único de Jacira Paes de Carvalho e Henrique Romanos. Super tranquilo para o aprendiz que é autodidata, não é denso e é muito prático. Como consegui? Uma professora de espanhol chilena me indicou, dizendo que era específico para brasileños.

Veja Quanto Custa!

Link para Editora FTD

Hasta luego, che!

Livro - English Grammar in Use - Raymond Murphy - Gramática de Inglês


Sou um consumidor exagerado de livros de idiomas, se alguém olhar para minha estante vai observar várias gramáticas, uma enormidade de livros de dicas, de como se deve aprender cada língua. Aprender e reaprender línguas estrangeiras são um dos maiores hobbies que o vosso weblogueiro do Weblivro tem. Como sempre ouvi em todos os cantos do planeta que o mundo fala inglês, sempre fui mais focado na língua da rainha mesmo, até para as terras chuvosas da Irlanda passei uma temporada para meu melhor desenvolvimento.
Foi lá que um brazuca com aval de um professor irlandês indicou-me a gramática "English Grammar in use" de Raymond Murphy - Editora Cambridge. É um guia para alunos que praticam o estudo autodidata e apoio ao curso de inglês feito em qualquer escola de idioma, sendo que a estrutura é composta de explicação gramatical e depois exercício. Caso já tenha certo nível de inglês, um nível intermediário, por exemplo, esse livro é feito pra você.
O ponto alto é a fórmula dos exercícios que fazem fixar bem cada conteúdo gramatical. Há um CD-ROM incluso, excelente ferramenta para praticar os exercícios e escutar textos.
"Pretty good book"!

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