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Vi, gostei! Deixo o link!

http://passaboipassaboiada.blogspot.com/2009/07/o-outro-e-as-fronteiras.html

Sarney: ele está em todas!


Nunca vi nada igual ao José Sarney, ele está em todas, além de ser o "padrinho" do senado brasileiro, ele também é um respeitável escritor. Tem cadeira em academias importantes:

Academia Brasileira de Letras
Eleito em 17 de julho de 1980, na sucessão de José Américo de Almeida na cadeira de número 38, é recebido em 6 de novembro de 1980 pelo acadêmico Josué Montello. Recebeu os acadêmicos Marcos Vinicios Vilaça e Affonso Arinos de Mello Franco. Dos atuais integrantes da Academia Brasileira de Letras, José Sarney é o membro mais antigo.

José Sarney é também, desde 1985, acadêmico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.

Sua obra:
A pesca do curral (ensaio), 1953
A canção inicial (poesia), 1954
Norte das águas (contos), 1969
Maribondos de fogo (poesia), 1978
O parlamento nacessário, 1982 (discursos, 2 volumes)
Falas de bem-querer, 1983 (discursos)
Dez contos escolhidos, 1985
Brejal dos Guajas e outras histórias, 1985
A palavra do presidente, 1985-1990 (discursos, 6 volumes)
Sexta-feira, Folha, 1994 (crônica)
O dono do mar (romance), 1995
Amapá, a Terra onde o Brasil começa, 1998 (história)
A onda liberal na hora da verdade, 1999 (crônica)
Saraminda (romance), 2000
Saudades mortas (poesia), 2002
Canto de página, 2002 (crônica)
Crônicas do Brasil contemporâneo, 2004, 2 volumes
Tempo de pacotilha, 2004
20 anos de democracia, 2005 (discursos, 2 volumes)
20 anos do Plano Cruzado, 2006 (discursos)
Semana sim, outra também, 2006 (crônica)
A duquesa vale uma missa (romance), 2007

Dôo meus livros

Eu diria que a maior parte dos problemas do mundo é por causa do apego as coisas materiais.
Corrupção, assalto, assassinatos e também problemas ambientais. Seria tudo mais simples se a vontade de acumular fosse amenizada.
Estava lendo um artigo do blog Atitude Verde www.atitudeverde.com.br e concordo com todas as sugestões feitas por lá. Inclusive essa de doação de livros, ou como eu gosto: LIBERTAR LIVROS.
O que me chama atenção é os donos de livros realmente são apegados de tal forma que seja ser sinal de orgulho tê-los empoeirando na estante, só pra dizer que os têm.
Já faz um tempo que participo de um negócio chamado bookcrossing e atualmente estou participando do site: www.livrolivre.art.br

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Livro - O Relatório da CIA – Como será o mundo em 2020


O livro O Relatório da CIA – Como será o mundo em 2020 delineia as forças quer irão moldar e construir o futuro. Superpotências se defrontarão não com a guerra convencional, mas sim em batalhas ferrenhas por tecnologia, mercado, armas de destruição em massa, corrida espacial e biotecnologia em busca da supremacia.
Economia, demanda energética, criminalidade, combustíveis, meio ambiente, mudança climática e terrorismo são abordados de forma inteligente, articulada e sutil. Um trabalho profundo e embasado em um aparato estatístico abrangente, produzindo um relatório completo com prognósticos e especulações.

Veja Quanto Custa!

Para os pequenos e grandes investidores em ações!

Pânico a uns, oportunidade a outros: reação à crise separa grande e pequeno investidor

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
11/07/08 - 10h00
InfoMoney

SÃO PAULO - O movimento recente dos mercados evidencia diferenças inegáveis entre o pequeno e o grande investidor. O ciclo negativo que tomou conta das bolsas a partir do começo de junho não deixou marcas apenas sobre os índices acionários, mas afetou profundamente o comportamento de todos os 'atores' de um mercado, sejam eles coadjuvantes ou protagonistas.

Para facilitar o entendimento, basta analisar o volume de negócios na Bolsa de Valores de São Paulo. Do começo da derrocada até a breve retomada da quinta-feira (10), é evidente a redução na média diária movimentada pela bolsa paulista. Os investidores estrangeiros fogem para cobrir suas perdas lá fora, enquanto a amplitude dos riscos e o capital limitado interferem na atuação do pequeno investidor doméstico.

Mas as maiores histórias de sucesso na bolsa vem exatamente destes momentos. É na capacidade de administração da crise que as fortunas começam e os famosos 'mega-investidores' se consagram. Lembra a máxima: comprar na baixa e vender na alta.

Destas considerações pode-se afirmar que o período de pânico para alguns é de oportunidades para outros. Mas com certeza do lado do pânico que fica a grande maioria. Como o pequeno investidor, que manteve posições ao longo desta derrocada e viu suas aplicações "derreterem" na espera pela recuperação, vai se beneficiar da crise?

Pânico para uns...
Antes de tentar responder o que é praticamente irrespondível, vale destacar o movimento da quinta-feira. A sessão ilustra muito bem este retrato, e ainda levanta outras verdades.

Um movimento de quedas consecutivas é o ponto ideal para se entrar no mercado, mas ainda assim fica muito difícil de avaliar a hora certa de montar posições, exatamente porque falamos de um momento de incertezas. Caiu bastante, mas pode cair ainda mais.

Entre este impasse, o volume de negócios vai sendo penalizado, a liquidez diminuindo, a baixa ganhando força e o risco a cada dia fica maior. Warren Buffett ficou tão conhecido por isso. O mega-investidor norte-americano é especialista nos momentos de incerteza; aproveita como ninguém uma tendência de baixa dos mercados.

...oportunidade para outros
Com os índices de Wall Street beirando o "Bear Market", Buffett entrou em cena e mostrou que a despeito do pequeno investidor, os grandes da bolsa trabalham mais nos piores momentos.

Em um mercado morno e novamente em tendência declinante, o mega-investidor ajudou, através de sua holding Berkshire Hathaway, na aquisição da petroquímica Rohm & Haas pela Dow Chemical, com ágio de mais de 70% sobre a cotação anterior das ações.

A notícia deu fôlego extra e ajudou em grande parte o fechamento positivo dos índices acionários. Não que esta medida aponte que chegou o momento exato de 'entrar' no mercado, mas deixa claro que Buffett acredita na recuperação; e ele não costuma errar.

Lembrando as lições básicas
Mas isto não soluciona o problema do pequeno investidor ou responde a questão deixada em aberto. Como garimpar oportunidades se seus recursos foram deteriorados pela derrocada recente?

O que resta para o pequeno investidor são as lições deixadas pela bolsa neste episódio. Além da aposta certeira, apontada depois de muito embasamento teórico e busca de informações, a dinâmica dos mercados exige grande atenção com o "timing" das operações.

A utilização da ferramenta de stop loss pode ser crucial neste momento, pois pode evitar todo o "derretimento" do capital e limitação dos recursos citados anteriormente. Além do stop, atenção às informações diárias e conhecimento do risco da renda variável são passos de iniciante muitas vezes esquecidos diante de uma oportunidade irrecusável, ou aparentemente irrecusável, oferecida pela Bolsa.

Planejamento: desafios para ter bem-estar na aposentadoria


Por: Flávia Furlan Nunes
06/06/08 - 20h21
InfoMoney

SÃO PAULO - Existem alguns desafios a serem enfrentados, quando o assunto é planejamento de aposentadoria.

O primeiro deles, que aflige grande parte da população, de acordo com o gerente da área de consultoria da Mercer, Evandro Oliveira, é não conseguir dimensionar qual será a quantidade de dinheiro necessária para viver dignamente quando parar de trabalhar. "Quanto vou gastar neste novo estilo de vida?", indaga.

Segundo especialistas, o que se observa é que as pessoas conseguem viver, depois de parar de trabalhar, com 60% ou 70% da renda que obtinham antes.

A saúde
Em alguns casos, as pessoas se aposentam antes mesmo do que planejam, mesmo porque adoecem. É por isto que se faz extremamente importante um plano de saúde. "É um assunto muito sensível este. Se a pessoa não tiver uma maneira de pagá-lo, pagará muito mais caro", afirma Oliveira.

Segundo o gerente, o que acontece é que as pessoas estão mais propensas a achar que os outros precisarão de mais cuidados no longo prazo do que elas. Elas tendem a subestimar a própria necessidade de cuidados.

Investimentos
Um grande desafio, e talvez o maior deles, é que as pessoas não têm entendimento suficiente sobre a estrutura do mercado financeiro e dos produtos de investimento, para poder acumular o valor da aposentadoria, fazê-lo render de maneira correta e recebê-lo.

Existem diversos produtos no mercado destinados a isso: ações, para quem gosta de acompanhar o mercado e não teme estar sujeito a riscos maiores, planos de previdência, quando devem atentar à tributação, poupança, mais conhecida e conservadora, dentre outros.

O mais indicado, de acordo com especialistas em finanças pessoais, é fazer um mix de investimentos e sempre ter um plano B.

Longevidade
Ainda é preciso levar em conta que muitas pessoas não sabem que podem viver muito mais do que esperam, e sem o cônjuge, com o qual, muitas vezes, compartilham as despesas da casa. O planejamento de aposentadoria deve ser feito a dois.

De acordo com Oliveira, a necessidade de renda muda ao longo dos anos, durante a aposentadoria. "Começam altas, se reduzem e voltam a crescer nos últimos anos de vida", quando a pessoa se torna mais dependente.

"Agora, esperar que você vai ter condições de gerenciar sua reserva eternamente é pedir demais de você mesmo!", finaliza Oliveira.

'White, blue-eyed people caused crisis'

The global financial crisis was caused by "white people with blue eyes", says Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva.
Standing next to visiting British Prime Minister Gordon Brown at a news conference in Brasilia, Silva harshly criticised the world's top economies, blaming them for sparking the crisis.
It was caused by "white people with blue eyes" and the world's poorest nations should not have to pay for a crisis they did not create, he said.
"It's not an ideological question - the fact is that once again we find that most of the poor who have not even participated in globalisation have been the first victims of the crisis."
As leader of Latin America's largest nation with 190 million people and the globe's ninth-largest economy, Silva has been boisterous in his calls for a new economic order, saying nations including his own deserve more say in how to restructure the world's economy.
He has long blasted the US and the European Union for tariffs and other barriers to exports from developing nations.
Silva said Brown and all world leaders knew that "profound political decisions" were necessary to stem the crisis.
Brown said he would seek feedback from Silva and other leaders of developing nations when the G20 group of nations meets in London next week.
"I welcome Brazil's commitment to play its part," he said.
"Other donors, multilateral development banks, private sector and export credit agencies must also step up and play their part."
Silva added that if the world is to recover from the crisis, "It is absolutely vital ... that world trade is resumed to the benefit of all exporting and importing countries."

News from yahoo australia

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