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Quando Deus quer, não tem jeito

Uma senhora muito pobre telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda. Um bruxo que ouvia o programa resolveu pregar-lhe uma peça.
Conseguiu seu endereço, chamou seus secretários e ordenou que fizessem uma compra e levassem para a mulher, com a seguinte orientação:
- Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o DIABO!
Ao chegarem a casa, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos, os secretários do bruxo, conforme a orientação recebida lhe perguntou:
- A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?
A mulher, na simplicidade da fé, respondeu:
- Não, meu filho. Não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!

'NÃO SE PREOCUPE DE QUE MANEIRA VIRÁ SUA VITÓRIA, MAS
QUANDO DEUS DETERMINA... ELA VEM... ...COM CERTEZA VEM!'


"Obrigado amigo Forza pela linda mensagem"

Crédito da mensagem para Wesley Forza e Tony Pinheiro Pires

Linkedin do Tony

O QUE TEM REAL VALOR PARA VOCÊ? Veja a experiência que o Washington Post fez.

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.
Eis que o sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num
instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.
A experiência, gravada em vídeo http://br.youtube.com/watch?v=hnOPu0_YWhw , mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto.

Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas que são únicas, singulares e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço. O que tem real valor para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?
É o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser?

Essa experiência mostra como, na sociedade em que vivemos, os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro.
Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho.

Mostra-nos, ainda, que a maioria das pessoas só valoriza aquilo que está precificado (e com a falsa ideia de que o que é mais caro é melhor...)

Chris Cornell cantando Billie Jean de Michael Jackson

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Meus respeitos ao artista Michael Jackson.

Chris Cornell é uma das mais potentes vozes que já escutei. Famoso por passagens nas bandas Sound Garden e Audioslave.

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