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O Poderoso Chefão


Esse negócio de que família é o que há de mais importante no mundo é levado à risca no livro e também no filme O Poderoso Chefão. Impecáveis as duas mídias. Dá vontade de ser um apadrinhado de Mario Puzo (melhor dizendo do Padrinho Corleone) nas linhas e cenas. De um bom gosto sensacional estético de dar medo a qualquer costureiro metido a Yves Saint Laurent.
Mario Puzo costurou o enredo em cima da vida nova-iorquina misturando imigração italiana, linguagem das ruas e o respeito que a família tem pelas tradições. Bandidos sim, mas com estilo, respeitando acordos e bravatas para manter a tranqüilidade, a auto-ordem antes do caos.
Essa idéia a Máfia tem até hoje no inconsciente de muita gente. Mas O Poderoso Chefão é um livro de ficção dão idéia real como era a bandidagem antigamente, em um mundo distante pelas atitudes, não cronologicamente.
Algo em diferente da maneira de atuar da Máfia de hoje, que são grupos pró-lucro sem escrúpulos, sem respeitar o ambiente, família, talvez por causa do ramo do negócio mais rentável de hoje: drogas. Vê-se, por exemplo, o livro Gomorra do autor Saviano clique aqui que explica melhor o que se tornou as organizações do crime.
Retornando ao filme, também de um primor técnico dirigido pelo Francis Ford Coppola. Pra quem não sabe é uma trilogia. Vale a pena ver também. clique aqui.

Era apenas uma viagem


Uma viagem pode mudar a vida.

Era a primeira vez que ele iria ficar fora de casa. Era a primeira vez que ele viajaria de avião. Era primeira vez que ele tornaria o gosto de ser independente.

Seu destino: o mundo velho. Paris, Londres, Dublin, Amsterdam, Roma, Berlim...
Realizaria anos de sonhos, expectativas de poder respirar tudo que leu, viu e ouviu. Estaria lá com suas próprias pernas. Estaria vivendo o sonho.

O que importa isso agora? Ele agora é somente mais uma dor nas centenas de família do voo 447.

Banda Mata Hari em Estúdio - na Irlanda

Breve introdução sobre o nome da banda:

Mata Hari, nome artístico de Margaretha Geertruida Zelle, (Leeuwarden, 7 de agosto de 1876 — Vincennes, 15 de outubro de 1917) foi uma dançarina exótica dos Países Baixos que foi acusada, condenada e executada por espionagem durante a Primeira Guerra Mundial.

Mata Hari era filha de um empresário com uma descendente de javaneses. No início do século XX, depois de uma tentativa fracassada de se tornar professora, um casamento igualmente fracassado e de ter dois filhos, ela se mudou para Paris. Ela posava como uma princesa javanesa e se tornou uma dançarina exótica. Seu pseudônimo Mata Hari quer dizer sol (mais literalmente "olho do dia") em malaio e língua indonésia. Ela também foi uma cortesã que teve casos amorosos com vários militares e políticos.

Há citações nos filmes do agente 007 sobre Mata Hari, insinuando que ela foi o único grande amor de James Bond.

Fonte Wikipédia

Voltando a banda. Formada por 1 brasileiro (Beto Kupper - vocal e baixista), 1 irlandês (Pat O'Sullivan - guitarrista) e 1 esloveno (Johnny Roz - baterista) está gravando seu álbum nas terras chuvosas irlandesas e fazendo gigs pela Europa. Me surpreendi pela qualidade do trabalho desses caras. Rock de verdade!

www.myspace.com/bandmatahari

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Conhece alguma banda Italiana? Veja o Linea 77

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Li o livro, vi o filme. Gomorra de Roberto Saviano

Li o livro, vi o filme.
Bem clichê essa frase, mas foi o que aconteceu ao experimentar o livro e filme Gomorra de Roberto Saviano. Para quem pensava que a máfia italiana era 100% feita de famílias vestidas com lindos ternos, uma máfia estilizada por causa de O Poderoso Chefão... a surpresa é enorme.
A máfia conhecida como Camorra, da região de Nápoles, parece mais um relato de uma favela carioca, não tem como não se lembrar do filme Cidade de Deus. Consumo e venda de drogas, poluição ambiental, falsificação, miséria intelectual, enfim, a máfia não é nada glamorosa.
O livro traz um relato nu e cru, bandido tem em tudo lugar, seja no Brasil, Itália ou EUA e a mensagem é que não há nada de belo nisso. Uma antítese do Poderoso chefão.

Por que não consigo ler Ulisses de James Joyce?

Ulisses de James Joyce é um dos poucos livros que não consigo sair da primeira página.
Mesmo tendo diversos amigos dizendo que ele é fantástico.
Sou frustrado por não ter a paciência de conseguir ir adiante com a aclamada e polêmica escritura do irlandês que chegou a ser proibida a circulação nos Estados Unidos e Grã-Bretanha.
Mas o que realmente me deixa frustrado de não conseguir ler é pela história de Joyce, um cara que conheceu a riqueza na infância e teve uma queda e destruição familiar, tendo que se virar... virou um sobrevivente, indo a França, Itália...

Livro Italiano para Brasileiros – Lydia Vellacio e Maurice Elston


Escutei a citação abaixo:

“Pra rezar, uso espanhol.
Pra falar com meu cavalo, uso alemão.
Pra minha tropa, uso francês.
Pra conversar com as mulheres, uso italiano”.

Acredito que foi de Napoleão essa frase, mas como não tenho fonte confiável... deixo a citação sem confirmação de autor.
A citação foi justamente sensacional porque é a melhor língua para falar de amor e também falar palavrões, duas coisas que fanfarrões adoram fazer, mas quem é ou não fanfarrão e adora escutar a língua italiana e não compreende muito bem ou compreende e quer melhorar e se enquadra no melhor estilo punk do-it-yourself, as livrarias do Brasil oferecem um bom livro para língua do país da bota: Italiano para brasileiros.
Composto de 24 capítulos com textos, explicações gramaticais e exercícios, o livro é leve e de fácil digestão, uma forma de aprender aos poucos nas horas vagas.
No final de cada capitulo há informações de caráter geral ou cultural, sobre hábitos e comportamento dos italianos.

Veja Quanto Custa!

Itália em Fotos - Roma e Região da Toscana

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.
Amyr Klink











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