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Planejamento: desafios para ter bem-estar na aposentadoria


Por: Flávia Furlan Nunes
06/06/08 - 20h21
InfoMoney

SÃO PAULO - Existem alguns desafios a serem enfrentados, quando o assunto é planejamento de aposentadoria.

O primeiro deles, que aflige grande parte da população, de acordo com o gerente da área de consultoria da Mercer, Evandro Oliveira, é não conseguir dimensionar qual será a quantidade de dinheiro necessária para viver dignamente quando parar de trabalhar. "Quanto vou gastar neste novo estilo de vida?", indaga.

Segundo especialistas, o que se observa é que as pessoas conseguem viver, depois de parar de trabalhar, com 60% ou 70% da renda que obtinham antes.

A saúde
Em alguns casos, as pessoas se aposentam antes mesmo do que planejam, mesmo porque adoecem. É por isto que se faz extremamente importante um plano de saúde. "É um assunto muito sensível este. Se a pessoa não tiver uma maneira de pagá-lo, pagará muito mais caro", afirma Oliveira.

Segundo o gerente, o que acontece é que as pessoas estão mais propensas a achar que os outros precisarão de mais cuidados no longo prazo do que elas. Elas tendem a subestimar a própria necessidade de cuidados.

Investimentos
Um grande desafio, e talvez o maior deles, é que as pessoas não têm entendimento suficiente sobre a estrutura do mercado financeiro e dos produtos de investimento, para poder acumular o valor da aposentadoria, fazê-lo render de maneira correta e recebê-lo.

Existem diversos produtos no mercado destinados a isso: ações, para quem gosta de acompanhar o mercado e não teme estar sujeito a riscos maiores, planos de previdência, quando devem atentar à tributação, poupança, mais conhecida e conservadora, dentre outros.

O mais indicado, de acordo com especialistas em finanças pessoais, é fazer um mix de investimentos e sempre ter um plano B.

Longevidade
Ainda é preciso levar em conta que muitas pessoas não sabem que podem viver muito mais do que esperam, e sem o cônjuge, com o qual, muitas vezes, compartilham as despesas da casa. O planejamento de aposentadoria deve ser feito a dois.

De acordo com Oliveira, a necessidade de renda muda ao longo dos anos, durante a aposentadoria. "Começam altas, se reduzem e voltam a crescer nos últimos anos de vida", quando a pessoa se torna mais dependente.

"Agora, esperar que você vai ter condições de gerenciar sua reserva eternamente é pedir demais de você mesmo!", finaliza Oliveira.

Descubra como casais inteligentes enriquecem juntos

Talvez Gustavo Cerbasi seja o escritor, palestrante e comentarista mais popular atualmente no Brasil na área de finança, gosto de seu trabalho. Ao contrário de que o pop faz com algumas pessoas de algum tempo, Cerbasi continua coerente com sua rotina e mais afiado ao decorrer do tempo. Com um discurso simples e fácil compreensão para a população no geral, ele evita falar o economês e passa a limpo, de forma direta como gerir o suado dinheiro de cada dia-a-dia. Chamo atenção para o livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, que conheci depois de uma sessão de fuça-fuça em uma livraria em uma tarde à toa, algo que ultimamente tenho saudade. Novamente comprei pelo titulo do livro, grata surpresa pelo conteúdo. O casamento tem que ter aspectos de uma empresa sim, por mais capitalista que isso seja, é verdade. Já dizia uma frase pregada no balcão no bar do Zé ali na esquina, “quando o dinheiro acaba o amor também”. Mas também, sobrou dinheiro, sinal de tranqüilidade? Ao contrário na maioria dos casais, mais um motivo pra discussão de como gastar esse dinheiro. Cerbasi vai de forma clara orientando as melhores táticas para gestão familiar do dinheiro e conseqüentemente isso pode incrementar ou salvar um casamento. Veja Quanto Custa!

'White, blue-eyed people caused crisis'

The global financial crisis was caused by "white people with blue eyes", says Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva.
Standing next to visiting British Prime Minister Gordon Brown at a news conference in Brasilia, Silva harshly criticised the world's top economies, blaming them for sparking the crisis.
It was caused by "white people with blue eyes" and the world's poorest nations should not have to pay for a crisis they did not create, he said.
"It's not an ideological question - the fact is that once again we find that most of the poor who have not even participated in globalisation have been the first victims of the crisis."
As leader of Latin America's largest nation with 190 million people and the globe's ninth-largest economy, Silva has been boisterous in his calls for a new economic order, saying nations including his own deserve more say in how to restructure the world's economy.
He has long blasted the US and the European Union for tariffs and other barriers to exports from developing nations.
Silva said Brown and all world leaders knew that "profound political decisions" were necessary to stem the crisis.
Brown said he would seek feedback from Silva and other leaders of developing nations when the G20 group of nations meets in London next week.
"I welcome Brazil's commitment to play its part," he said.
"Other donors, multilateral development banks, private sector and export credit agencies must also step up and play their part."
Silva added that if the world is to recover from the crisis, "It is absolutely vital ... that world trade is resumed to the benefit of all exporting and importing countries."

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