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Pense Rico, tudo começa na imaginação ou na visão

Uma questão filósfica de todos os tempos, como sempre são as perguntas que desafiam: as coisas são criadas ou elas são sempre estiveram por aí e um dia alguém as enxerga e revelam para todo mundo?

Sinceramente, não me importa a resposta e sim a pergunta: tem um bucado de coisa por aí que ninguém conhece esperando para surgir! Dependendo de criar ou bons olhos e boa voz para que todos escutem! Sintam, toquem, usufruam!

Quantas vezes já falamos: esse cara ganha todo esse dinheiro com isso, até eu poderia fazer isso... Pois é, por que não faz ou fez? Não dá para ficar parado invejando o caminho de fulano, sicrano ou beltrano, afinal aquele caminho é dele, não seu. Entendeu a mensagem, não é não?

Principalmente no Brasil há um conformismo muito grande para continuar o ciclo da pobreza, os filhos seguem os caminhos dos pais, os pais seguiram dos avós... Como fosse vontade dos deuses. Se o caminho a ser seguido for de prosperidade, all right, my friend! Mas como sabemos na maioria dos casos não é bem assim, fazendo um paralelo seria como eu seguisse os passos de um pai homicida e me justificasse como fosse herança de família.

Empregos - Senac SP

Pra quem está procurando emprego aqui vai uma dica:

O Senac de São Paulo tem em seu site um banco de currículos e vagas. Esse é o único canal utilizado pela organização para contratação de novos colaboradores.

Acessem pelo link: http://www.sp.senac.br e procurem "TRABALHE CONOSCO".

9 meses sem tabaco



3 dias, 3 semanas, 3 meses... agora só faltam 3 anos para completar o ciclo de uma vida sem tabaco.

Depois de 10 anos, estou 9 meses sem cigarro.

Sarney: ele está em todas!


Nunca vi nada igual ao José Sarney, ele está em todas, além de ser o "padrinho" do senado brasileiro, ele também é um respeitável escritor. Tem cadeira em academias importantes:

Academia Brasileira de Letras
Eleito em 17 de julho de 1980, na sucessão de José Américo de Almeida na cadeira de número 38, é recebido em 6 de novembro de 1980 pelo acadêmico Josué Montello. Recebeu os acadêmicos Marcos Vinicios Vilaça e Affonso Arinos de Mello Franco. Dos atuais integrantes da Academia Brasileira de Letras, José Sarney é o membro mais antigo.

José Sarney é também, desde 1985, acadêmico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.

Sua obra:
A pesca do curral (ensaio), 1953
A canção inicial (poesia), 1954
Norte das águas (contos), 1969
Maribondos de fogo (poesia), 1978
O parlamento nacessário, 1982 (discursos, 2 volumes)
Falas de bem-querer, 1983 (discursos)
Dez contos escolhidos, 1985
Brejal dos Guajas e outras histórias, 1985
A palavra do presidente, 1985-1990 (discursos, 6 volumes)
Sexta-feira, Folha, 1994 (crônica)
O dono do mar (romance), 1995
Amapá, a Terra onde o Brasil começa, 1998 (história)
A onda liberal na hora da verdade, 1999 (crônica)
Saraminda (romance), 2000
Saudades mortas (poesia), 2002
Canto de página, 2002 (crônica)
Crônicas do Brasil contemporâneo, 2004, 2 volumes
Tempo de pacotilha, 2004
20 anos de democracia, 2005 (discursos, 2 volumes)
20 anos do Plano Cruzado, 2006 (discursos)
Semana sim, outra também, 2006 (crônica)
A duquesa vale uma missa (romance), 2007

Venda livros para fugir da crise! Torne-se um livreiro!

A época para o ramo de editoras e livrarias é uma das melhores nunca vista antes no Brasil. O efeito pode ser visto já que vários livros são verdadeiros fenômenos de vendas. Tudo isso devido também as lojas virtuais da Internet.
Entretanto a Internet não está só nesse sucesso todo, a velha maneira de vender está em alta, os livreiros de rua, um tipo de mascate que vende livros porta-a-porta, estão sendo responsáveis por grandes resultados. Tudo porque o seu público é o de classe C e D que tiveram uma melhora de renda, consequentemente gastam mais com cultura.
O papel do livreiro de rua atende as necessidades desse público, já que as pessoas dessas classes não são confiantes para compras na Internet devido ao medo de fraudes e também não se sentem bem em livrarias convencionais, essas muitas vezes com jeito esnobe e intelectual demais.
Apostando nesse nicho, a Avon no Brasil (indústria de coméstico famosa por vender através de revendedoras) colocou em seu catálogos livros diversos para revenda. Livros de autoajuda e receitas são os mais bem sucedidos. Mesmo a empresa não divulgando os números fica fácil entender tamanho sucesso, são mais de 1 milhão de revendores da Avon no Brasil.
Como a própria Avon faz, o ramo mais propício para facilidade de vendas de livros na porta é o de best sellers, mais propriamente os livros de auto-ajuda. Zibia Gasparetto, Augusto Cury, Gustavo Cerbasi ou até mesmo do Padre Fábio de Melo são garantias de sucesso. As pessoas já conhecem os autores, muitas vezes já tem a vontade de ter o livro e o livreiro de rua torna isso possível.
A internet também pode ser aliada do livreiro de rua, há milhões de pechinchas para serem descobertas e revendidas. Sites como Mercado Livre, Submarino, Fnac e outras lojas virtuais trazem opções para os livreiros adquirirem livros a preço de banana para revenda, e trazendo um ponto a favor na hora da venda: está com o livro na mão, diferentemente do sistema da Avon.
Criar estratégias de vendas também é um excelente negócio ao invés de bater porta-a-porta. Criar um relacionamento por exemplo com donos de salão de beleza, lanchonetes, padarias e cafés pode trazer bons resultados. Dar comissão para vendas para eles é uma boa dica para permissão de venda em locais bem movimentados.
Enfim, o lance desse post é mostrar que dá pra se fazer dinheiro sem a necessidade de ter um emprego fixo.

Aproveite e veja: matéria do Valor Online

O Monge E O Executivo


O livro O Monge e o Executivo de James Hunter é um dos tratados para vida moderna.
Muitos de nós temos a impressão que sabemos que é o sucesso: ter uma bela fortuna e ser profissionalmente um gerente ou diretor. Negligenciamos nossa família, amigos, bom relacionamentos no trabalho e o pior, nossos reais interesses na vida, aqueles sonhos nossos de infância.
A vida nem sempre segue pelo percurso que gostaríamos, mas acabamos nos tornando em algo que pensamos ser ideal e não reclamamos, está bom. Ao parar para reflitir, tudo pode mudar. Disso que o James Hunter fala no bom livro. Como ser um bom líder se não lideramos bem a própria vida?

Hoje é o Dia do Pagamento e Clássicos do Mundo Corporativo


Como todo início de mês, um faz-me-rir é depositado na conta e a alegria se transforma em preocupação, tristeza e pânico. "Só isso" é que a maioria diz ao ver o contra-cheque.
Pra tentar dar uma injeção de ânimo e mudar a coisa toda, recomendo uma leitura para viver melhor no ambiente corporativo. O pop star Max Gehringer (aquele gente-fina que teve um quadro Fantástico da rede Globo) escreveu um livro: Clássicos do Mundo Corporativo.

Um artigo interessante do livro é aquele em que conta sobre a arte de recrutar candidatos. Max diz que, no papel de entrevistador, fazia a seguinte pergunta: Se um dia tiver que demitir você, como gostaria que eu fizesse isso?. As respostas eram sempre iguais : Você nunca vai me demitir, e ele acabava se desinteressando pelo candidato por causa da falta de criatividade. Certo dia, ouviu uma resposta que o agradou: O senhor pode me demitir da maneira que quiser, porque vou chorar de qualquer jeito, disse a candidata. Que foi admitida na hora, porque deu uma resposta sincera.

Como assim? O Verde Vale Ouro?


Odeio gurus.
Eles dão chutes para todos os lados e quando acertam um pombo sem asa de meia cancha dão entrevistas, fazem vender, etc. Ultimamente apareceram os gurus verdes, não são marcianos. São os chamados especialistas em meio-ambiente, os falantes de não cortem árvores, plantem árvores, Bull shit, etc.
É obvio que essas coisas são importantes, mas enquanto não ter um equilíbrio entre a relação ganho de capital x preservação ambiental não adianta gastar saliva com isso. Visto que após a crise financeira em novembro 2008, não se escuta mais falar com tanta força o assunto de aquecimento global.
Há um livro que é um novo modelo para os CEOs que desejam ao mesmo tempo preservar o meio ambiente e aumentar os lucros de sua empresa, chama-se O VERDE QUE VALE OURO de Daniel C. Esty e Andrew S. Winston. Os autores não são piegas e mostram o pensamento cabível para as próximas décadas e o que é possível fazer.
Aprendi muito cedo que tem duas maneiras de fazer as coisas na empresa: 1ª gere mais receitas e 2ª corte custos. Então somente atendendo essas duas premissas, o problema ambiental será amenizado.

Sítio do Pica Pau Amarelo

O Sitio do Pica Pau Amarelo existe fisicamente.
A genial obra do talvez mais lúdico escritor tupiniquim existe fisicamente e fica no munícipio de Taubaté, no vale do Paraíba, no estado de São Paulo. 150 km da capital paulista, Tabubaté teve entre seus habitantes o avô de Monteiro Lobato, José Monteiro Lobato, proprietário da fazenda produtora de café São José do Buquira, ou também conhecida como Chácara do Visconde de Tremembé. Visconde porque o avô de Monteiro Lobato também era conhecido como o Visconde de Tremembé.

Como diz a história, o escritor quando menino perdeu seus pais e foi criado na fazenda. Pano de fundo para o escritor quando adulto e suas aventuras, principalmente de seu personagem Pedrinho tenha como laboratório sua própria pessoa, a fazenda atualmente virou ponto turístico de Taubaté com qualidade ímpar.

Hoje, o sítio de 20.000 m² que deu origem ao bairro Chácara do Visconde, é formado pelo Museu Histórico e Pedagógico, com biblioteca e toda a literatura infantil de Monteiro Lobato, exposição iconográfica da vida e obras, salas de exposições de artistas plásticos populares e regionais, além da agradável área verde com mangueiras e jaqueiras centenárias, entre outras árvores. Os personagens de Monteiro Lobato animam crianças e adultos com suas representações teatrais

Sítio do Pica Pau Amarelo
Av. Campinas, s/n - Chácara do Visconde - Taubaté
Telefone(s): (12) 3625-5062
Horário: Terça a domingo das 9h às 17h

Como ler O Código da Vinci

Um dos livros mais polêmicos dos últimos anos é o Código da Vinci de Dan Brown.
Ele já se tornou até filme, mas continua a gerar e sempre vai gerar polêmica em qualquer roda ou mesa de discussão. O fato é simples, trata de religião. Como dizia o velho ditado popular: futebol, política e religião não se discute. Daí o mundo seria muito desagradável. Não acham, não às polêmicas?
Enfim, mas como deve ser lido O Código da Vinci sem se ofender ou acreditar em tudo? É fácil, tenha em mente que O Código é uma bem elaborada obra de ficção, do início ao fim, com interessantes partículas de fatos pouco conhecidos e provocações estimulantes, especulativas. Um livro de idéias e metáforas. Não o torne um livro do anti Cristo ou algo estúpido sem valor literário. Como já disse, é um livro elaborado, deve ser lido e digerido com os óculos da paz.
No mínimo se não gostar, conhecerás melhor pontos turísticos de Paris e Londres sem gastar passagens ou hospedagem.

Livro 1001 Maneiras de Premiar Seus Colaboradores - Bob Nelson


Em tempos de vacas magras, qual empresa não tem dificuldade de premiar os bons funcionários ou pensam se a situação econômica não está boa com eles, imagina se perdermos esses caras para a concorrência?
Como qualquer bônus financeiro para as estrelas está quase que proibida pela atual situação, formas novas tem que ser pensadas e nisso o Sr. Bob Nelson com o seu bom livro 1001 Maneiras de Premiar seus colaboradores. Seguem algumas maneiras abaixo que todo gerente ou chefe devem seguir:
Enfatize o sucesso e não o fracasso;
Realize o reconhecimento de modo pessoal e honesto, evitando algo muito elaborado;
Valorize os colaboradores que enaltecem os colegas por fazerem o que é melhor para a empresa;
Certifique-se que o reconhecimento e a premiação atendem às necessidades dos envolvidos.

Para os pequenos e grandes investidores em ações!

Pânico a uns, oportunidade a outros: reação à crise separa grande e pequeno investidor

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
11/07/08 - 10h00
InfoMoney

SÃO PAULO - O movimento recente dos mercados evidencia diferenças inegáveis entre o pequeno e o grande investidor. O ciclo negativo que tomou conta das bolsas a partir do começo de junho não deixou marcas apenas sobre os índices acionários, mas afetou profundamente o comportamento de todos os 'atores' de um mercado, sejam eles coadjuvantes ou protagonistas.

Para facilitar o entendimento, basta analisar o volume de negócios na Bolsa de Valores de São Paulo. Do começo da derrocada até a breve retomada da quinta-feira (10), é evidente a redução na média diária movimentada pela bolsa paulista. Os investidores estrangeiros fogem para cobrir suas perdas lá fora, enquanto a amplitude dos riscos e o capital limitado interferem na atuação do pequeno investidor doméstico.

Mas as maiores histórias de sucesso na bolsa vem exatamente destes momentos. É na capacidade de administração da crise que as fortunas começam e os famosos 'mega-investidores' se consagram. Lembra a máxima: comprar na baixa e vender na alta.

Destas considerações pode-se afirmar que o período de pânico para alguns é de oportunidades para outros. Mas com certeza do lado do pânico que fica a grande maioria. Como o pequeno investidor, que manteve posições ao longo desta derrocada e viu suas aplicações "derreterem" na espera pela recuperação, vai se beneficiar da crise?

Pânico para uns...
Antes de tentar responder o que é praticamente irrespondível, vale destacar o movimento da quinta-feira. A sessão ilustra muito bem este retrato, e ainda levanta outras verdades.

Um movimento de quedas consecutivas é o ponto ideal para se entrar no mercado, mas ainda assim fica muito difícil de avaliar a hora certa de montar posições, exatamente porque falamos de um momento de incertezas. Caiu bastante, mas pode cair ainda mais.

Entre este impasse, o volume de negócios vai sendo penalizado, a liquidez diminuindo, a baixa ganhando força e o risco a cada dia fica maior. Warren Buffett ficou tão conhecido por isso. O mega-investidor norte-americano é especialista nos momentos de incerteza; aproveita como ninguém uma tendência de baixa dos mercados.

...oportunidade para outros
Com os índices de Wall Street beirando o "Bear Market", Buffett entrou em cena e mostrou que a despeito do pequeno investidor, os grandes da bolsa trabalham mais nos piores momentos.

Em um mercado morno e novamente em tendência declinante, o mega-investidor ajudou, através de sua holding Berkshire Hathaway, na aquisição da petroquímica Rohm & Haas pela Dow Chemical, com ágio de mais de 70% sobre a cotação anterior das ações.

A notícia deu fôlego extra e ajudou em grande parte o fechamento positivo dos índices acionários. Não que esta medida aponte que chegou o momento exato de 'entrar' no mercado, mas deixa claro que Buffett acredita na recuperação; e ele não costuma errar.

Lembrando as lições básicas
Mas isto não soluciona o problema do pequeno investidor ou responde a questão deixada em aberto. Como garimpar oportunidades se seus recursos foram deteriorados pela derrocada recente?

O que resta para o pequeno investidor são as lições deixadas pela bolsa neste episódio. Além da aposta certeira, apontada depois de muito embasamento teórico e busca de informações, a dinâmica dos mercados exige grande atenção com o "timing" das operações.

A utilização da ferramenta de stop loss pode ser crucial neste momento, pois pode evitar todo o "derretimento" do capital e limitação dos recursos citados anteriormente. Além do stop, atenção às informações diárias e conhecimento do risco da renda variável são passos de iniciante muitas vezes esquecidos diante de uma oportunidade irrecusável, ou aparentemente irrecusável, oferecida pela Bolsa.

Planejamento: desafios para ter bem-estar na aposentadoria


Por: Flávia Furlan Nunes
06/06/08 - 20h21
InfoMoney

SÃO PAULO - Existem alguns desafios a serem enfrentados, quando o assunto é planejamento de aposentadoria.

O primeiro deles, que aflige grande parte da população, de acordo com o gerente da área de consultoria da Mercer, Evandro Oliveira, é não conseguir dimensionar qual será a quantidade de dinheiro necessária para viver dignamente quando parar de trabalhar. "Quanto vou gastar neste novo estilo de vida?", indaga.

Segundo especialistas, o que se observa é que as pessoas conseguem viver, depois de parar de trabalhar, com 60% ou 70% da renda que obtinham antes.

A saúde
Em alguns casos, as pessoas se aposentam antes mesmo do que planejam, mesmo porque adoecem. É por isto que se faz extremamente importante um plano de saúde. "É um assunto muito sensível este. Se a pessoa não tiver uma maneira de pagá-lo, pagará muito mais caro", afirma Oliveira.

Segundo o gerente, o que acontece é que as pessoas estão mais propensas a achar que os outros precisarão de mais cuidados no longo prazo do que elas. Elas tendem a subestimar a própria necessidade de cuidados.

Investimentos
Um grande desafio, e talvez o maior deles, é que as pessoas não têm entendimento suficiente sobre a estrutura do mercado financeiro e dos produtos de investimento, para poder acumular o valor da aposentadoria, fazê-lo render de maneira correta e recebê-lo.

Existem diversos produtos no mercado destinados a isso: ações, para quem gosta de acompanhar o mercado e não teme estar sujeito a riscos maiores, planos de previdência, quando devem atentar à tributação, poupança, mais conhecida e conservadora, dentre outros.

O mais indicado, de acordo com especialistas em finanças pessoais, é fazer um mix de investimentos e sempre ter um plano B.

Longevidade
Ainda é preciso levar em conta que muitas pessoas não sabem que podem viver muito mais do que esperam, e sem o cônjuge, com o qual, muitas vezes, compartilham as despesas da casa. O planejamento de aposentadoria deve ser feito a dois.

De acordo com Oliveira, a necessidade de renda muda ao longo dos anos, durante a aposentadoria. "Começam altas, se reduzem e voltam a crescer nos últimos anos de vida", quando a pessoa se torna mais dependente.

"Agora, esperar que você vai ter condições de gerenciar sua reserva eternamente é pedir demais de você mesmo!", finaliza Oliveira.

Descubra como casais inteligentes enriquecem juntos

Talvez Gustavo Cerbasi seja o escritor, palestrante e comentarista mais popular atualmente no Brasil na área de finança, gosto de seu trabalho. Ao contrário de que o pop faz com algumas pessoas de algum tempo, Cerbasi continua coerente com sua rotina e mais afiado ao decorrer do tempo. Com um discurso simples e fácil compreensão para a população no geral, ele evita falar o economês e passa a limpo, de forma direta como gerir o suado dinheiro de cada dia-a-dia. Chamo atenção para o livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, que conheci depois de uma sessão de fuça-fuça em uma livraria em uma tarde à toa, algo que ultimamente tenho saudade. Novamente comprei pelo titulo do livro, grata surpresa pelo conteúdo. O casamento tem que ter aspectos de uma empresa sim, por mais capitalista que isso seja, é verdade. Já dizia uma frase pregada no balcão no bar do Zé ali na esquina, “quando o dinheiro acaba o amor também”. Mas também, sobrou dinheiro, sinal de tranqüilidade? Ao contrário na maioria dos casais, mais um motivo pra discussão de como gastar esse dinheiro. Cerbasi vai de forma clara orientando as melhores táticas para gestão familiar do dinheiro e conseqüentemente isso pode incrementar ou salvar um casamento. Veja Quanto Custa!

Coaching pode ajudar a mudar o seu "Mantra Pessoal"

QUAL É O SEU "MANTRA" PESSOAL?
O QUE VOCÊ REPETE MENTALMENTE INTERMINÁVEIS VEZES?
TEM SIDO ÚTIL E ATUAL?



O Viajante Sedento

Lentamente, o sol se havia ocultado e a noite havia caído por completo. Pela imensa planície da Índia deslizava um trem como uma descomunal serpente queixosa. Vários homens compartilhavam um vagão, e como faltavam muitas horas pra chegar ao destino, decidiram apagar a luz e dormir. O trem prosseguia sua marcha. Transcorreram alguns minutos e os viajantes começaram a conciliar o sono. Levava um bom número de horas de viagem e estavam muito cansados. De repente, começaram a escutar uma voz que dizia:
-Ai que sede que eu tenho! Ai que sede que eu tenho!
Assim uma e outra vez, insistente e monotonamente. Era um dos viajantes que não cessava de queixar-se de sua sede, impedindo que o resto de seus companheiros dormisse. Já estava tão desagradável e repetitiva sua queixa, que um dos viajantes se levantou, saiu, foi ao lavabo, e trouxe-lhe um copo de água. O homem sedento bebeu com avidez a água. Outra vez apagaram a luz. Os viajantes, reconfortados, dispuseram-se a dormir. Transcorreram uns minutos. E, de repente, a mesma voz de antes começou a dizer:
-Ai, que sede que eu tinha, mas que sede que eu tinha!

O Grande Mestre disse: A mente sempre tem problemas. Quando não tem problemas reais, fabrica problemas imaginários e fictícios, tendo inclusive que buscar soluções imaginárias e fictícias.

Enviado por Patricia Vieira de Andrade Ramos

Crack da Bolsa NY 1929 - Alguma Coincidência Com Hoje?



De repente, em outubro, a Bolsa de Nova Iorque transformou-se num inferno ao enfrentar dias como a quinta-feira, 24, ou a terça-feira negra, 29. Foi o crack: A Bolsa despencou e milhares de especuladores, até então classificados como investidores, saíram irremediavelmente machucados desta queda.
Afinal, o que aconteceu? A Bolsa de Nova Iorque vivia uma festa permanente. Mês após mês, ano após ano, aconteciam altas impressionantes. E os donos das ações epecularam atrás dos ganhos de valorização de capital. O boom era autodestrutivo; só podia durar à medida que mais gente ou, ple menos, dinheiro novo entrasse na alegre caçada aos ganhos de capital. Eles surgiam com o aumento do valor das ações, provocado pelo crescimento da demanda.
Mas o mercado tinha de entra em baixa assim que diminuísse o número de novos clientes. Eis aí uma boa hora para transformar ações em dinheiro; foi o que muitos fizeram. Porém, uma venda maiça de papéis pode livar a uma queda do mercado e funcionar como sinal para muitas outras vendas. Foi o que aconteceu. It was the crack time!

Livro - Pai Rico Pai Pobre - Robert T. Kiyosaki e Sharon L. Lechter


Não acredito em fórmulas prontas. Deixe-me expressar melhor, não acredito em definições para alcançar o sucesso sejam padronizadas. Mas algumas são extremamente claras que quando faço leitura, penso: brincadeira, isso é tão claro que como alguém tem coragem para escrever isso?
Mas, sempre os “mas” que assustam. Vou expressar uma idéia do livro “Pai Rico e Pai Pobre” de Robert T. Kiyosaki e Sharon L. Lechter que é mais ou menos assim: Não junte passivos e sim ativos. Pra quem estudou contabilidade sabe o que significa pra quem não estudou é, adquira situações e coisas que lhe rendam renda e evite os gastos. O ativo coloca dinheiro no seu bolso, o passivo tira a grana do seu bolso.
O problema ou a falta de hábitos nos faz sempre correr na falta de disciplina com o dinheiro, a maioria das pessoas são indisciplinadas e promovem a gastança sem ao menos ter idéia do que querem. O livro Pai Rico e Pai Pobre, justamente, faz uma reflexão e nos diz para aprender a trabalhar. Trabalhar para aprender, não por dinheiro. Conceitos difíceis, mas essenciais.
Da última vez que vi os números de vendas desse livro estava por volta dos 9 milhões de exemplares no mundo inteiro (está na capa do livro), calculando por baixo cada exemplar custe 10 dólares americanos, 90 milhões esse livro já gerou em vendas. Isso responde a pergunta do primeiro parágrafo. Ficar Rico! O autor ganha dinheiro com essa publicação como um astro de cinema ou um jogador de futebol.

Veja quanto custa!

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