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Paulo Coelho e o preconceito - Luís Antônio Giron

Extraído e adaptado de http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=133

Texto de Luís Antônio Giron

É puro preconceito dizer que Paulo Coelho não é literatura. As pessoas gostam da mensagem mística do autor, não de seu estilo – que, aliás, é simples e direto, quase desprovido de efeitos de retórica. Atinge o que quer de imediato, como deve agir sempre o pregador. Se o leitor não gosta de religião e misticismo é melhor ficar longe e não julgá-lo. Se gosta, vai encontrar nos seus livros um manancial de conselhos, símbolos e fábulas edificantes. Paulo Coelho é um Esopo à brasileira: um contador de histórias morais que passou pelo banho do batismo e hoje se considera um missionário dentro da literatura. Nem medíocre, nem farsante, nem gênio: apenas um escritor honesto nos seus propósitos.

Talvez ele devesse abordar a realidade e a fantasia do país em que nasceu. Mas ele afirma que não se acha em condições de falar sobre o próprio umbigo. Ele sempre trabalhou numa escala internacional e pouco brasileira – talvez por isso faça tanto sucesso no exterior.

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1 comentários:

André Luís Leite disse...

como sou ateista esta explicado como quase vomito quando ouça falar no pau no coelho - acho medonho - li as walquirias, o alquimista, o diario de um mago...acho que só mas foi um baita sacrificio- pior que ler a moreninha ou o ateneu. fui.

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